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*publicado em 30/01/2015 - 16h51
Papa Roach: F.E.A.R.
O já velho ‘novo metal’ cheio de barulhos eletrônicos e flertes com o rap.
Eduardo Guimarães
Redação TDM
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O Papa Roach começou a carreira em 1993 e cresceu na onda do nu metal. De lá até agora, foram sete discos de estúdio, sendo que o novo álbum, “F.E.A.R.”, é o oitavo da carreira. Este novo trabalho reúne 10 faixas e não abandona o porto seguro do metal tipicamente norte-americano que a banda apresenta, ainda bem calcado no que sobrou do velho nu metal, com algumas inserções eletrônicas e linhas vocais no estilo rap.

E quase isso tudo já dá para perceber logo na faixa que abre o disco, “Face Everything and Rise”, daí o nome do álbum: “F.E.A.R.”. Cheia de elementos eletrônicos, o instrumental poderia muito bem ter saído de um disco do Linkin Park. É uma música pesada, isso não se pode negar, e até tem um refrão contagiante.



Quando a banda deixa um pouco de lado os apetrechos eletrônicos a coisa melhora, como em “Skeletons”, que não soa tão forçosamente modernosa. “Falling Apart” também tem seus bons momentos, ainda que o vocal de Jacoby Shaddix esbarre no emocore.

Algumas faixas têm uma pegada mais pop, como “Love Me ‘Til it Hurts”, e a banda não se sai mal nesses momentos. Aliás, fica até melhor do que nos momentos onde o peso é forçado pelos efeitos eletrônicos.

Sabe o flerte com o rap que eu comentei no início? Então, ele vem pesado na linha vocal durante os versos em “Gravity”. E aí não tem meio termo: ou você acha super legal esse tipo de coisa ou tem ânsias de vômito. A participação de Maria Brink, do In This Moment, não melhora em nada. O que a faixa tem de interessante mesmo é o trabalho do baixista Tobin Esperance.




Se a coisa já não ia muito bem até aqui, com “Warriors” fica pior. A música começa com um tecladinho que parece sampler de algum CD para começar um curso básico de DJ de festas. O curioso é que a linha vocal de Shaddix nessa faixa até que é interessante, claro, antes de entrar o rap de Royce da 5'9".

A impressão que dá é que a banda não acertou em cheio nenhuma neste disco. Quando o instrumental é mais orgânico, o vocal estraga. E o contrário também ocorre. É um disco para ficar circunscrito entre os fãs que acompanham a banda. O que já está bom, porque não são poucos.
01. Face Everything and Rise
02. Skeletons
03. Broken as Me
04. Falling Apart
05. Love Me ‘Til It Hurts
06. Never Have to Say Goodbye
07. Gravity
08. War Over Me
09. Devil
10. Warriors
Avaliação:
Selo: Eleven Seven Music
Ano de lançamento: 2015
Artistas relacionados: Papa Roach
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